António Costa mostra em Lisboa como pretende (des)governar o País.

Cada vez que sai uma noticia sobre a CML eu congratulo-me por ser Portuense. Ao ler esta noticia, quase que entro em “panic mode” porque em primeiro lugar, é-nos possível assistir à forma como A. Costa “gere” a Cidade e a suga da sua vida e dos seus recursos e em segundo porque podemos fazer o paralelo e perceber o que aconteceria a Portugal caso ele ganhasse as eleições já em Outubro deste ano. Só essa perspectiva já me deixa o “coração apertado”.

Se fosse há uns anos atrás, eu acharia ridículo – mesmo vindo do PS – que alguém se atrevesse a praticar actos de corrupção tão à descarada. É evidente que ela sempre existiu – eu sempre disse que nos éramos, apesar de mais pequenos, tão ou mais corruptos do que a Itália mas ao menos lá sabíamos que tínhamos que lidar com a Máfia e aqui a corrupção não tinha rosto- mas fazê-lo desta forma absolutamente sem-vergonha é no mínimo assustador.
É caso para perguntar: onde anda o Tribunal de Contas? E o Constitucional? E o Ministério de Ordenamento e Território que tutela o Poder Local?
Pelo menos estas três entidades têm que ser chamadas à responsabilidade caso este favorecimento feito às claras vá para a frente. Eu espero que os restantes deputados municipais (não gosto do termo porque para mim Deputados só os da AR mas é como são comummente conhecidos) da Oposição tenham em conta o interesse nacional e chumbem liminarmente esta medida. Isto é um abuso de confiança não só dos lisboetas – que só entendo que tenham votado PS por se tratar do Partido amigo da Função Pública – mas também de todos os Portugueses.
Esta defesa e compadrio com os chamados “grandes grupos económicos“trouxe-nos à 3a bancarrota e pelo andar da carruagem e novamente pela mão dos mesmos, se não travamos esta vaga de loucura que ocupa a mente de quase todos os dirigentes socialistas, em 2016 teremos cá a Troika novamente.
Os ditos “grandes grupos económicos” são privados e como tal devem assumir os riscos dos seus investimentos pagando em impostos directos ou indirectos ao Estado, a fatia correspondente. Não devem de forma nenhuma ter o Estado na mão e serem alvo destes benefícios que eu apelido, no mínimo, de indecentes.
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