Opinião de Ruben Valle Santos

Opto por, após ter pedido autorização ao autor, reproduzir aqui um texto que vi no Facebook e que traduz em certa medida a minha postura em relação a Pedro Passos Coelho e o porquê de poder contar com o meu apoio incondicional. Deixo-o portanto à Vossa consideração:

“Despretensiosamente…

PORQUE APOIO PEDRO PASSOS COELHO E O SEU GOVERNO

Não devo nada ao PSD nem ao CDS nem a Pedro Passos Coelho que nem conheço pessoalmente. Conheço pessoalmente, porém, outras figuras da cambada social-democrata (porque a há). Por isso lhes bato sempre que possível. Na restante cambada nem se fala…

Quanto a Pedro Passos Coelho entendo que me merece uma consideração especial (ele e os restantes governantes, à excepção de um ou dois, não mais) porque:

1. Não contribuiu pessoalmente para o estado a que o país chegou;

2. apanhou o país na bancarrota e sem crédito nem dignidade;

3. trabalha esforçadamente há quase quatro anos para endireitar as coisas;

4. tem sido severamente fustigado pelas medidas que foi forçado a tomar, enquanto quem pôs o país de rastos se pavoneia por aí (salvo um que está guardado à vista) como se não tivesse qualquer responsdabilidade no sucedido (o Tonho Encosta é um deles, mas há mais, muitos mais…);

5. Conseguiu –

— por entre escolhos de toda a espécie e não só de aldrabices veiculadas pelos jornalistas de treta, assalariados da cambada que por aí temos, mas até de surpresas tremendamente desagradáveis (quase três anos após a posse ainda surgiam dívidas que tinham estado escondidas) e insultos de toda a ordem de gajada arregimentada para desestabilizar —

endireitar muitas coisas e, pelo menos, por as contas à vista de todos e devolver-nos a credibilidade perdida e a dignidade que ao país havia sido roubada.

Podia estar em casa, tratando da sua vida e esperando que outros viessem arrumar a casa. Não o fez com rectidão de carácter e firmeza de propósito.

Como não o respeitar e apoiar naquilo em que posso? Como podia eu fazer-lhe guerra, tentando amesquinhá-lo, se ele está a tirar-me as castanhas do lume, que no lume foram postas por uma cambada de patifes?

Só poderia fazê-lo se fosse salafrário ou agisse de má fé. Penso que o não sou, penso que não ajo.

Logo…”

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