Refugiados ou perigo público?

Devo começar este post por dizer que tenho formação católica de base e que sou Humanista de ideologia e portanto trato com respeito todos os Seres Humanos merecedores dessa nobre classificação.

Não sei se todos sabem mas este conflito tem origens muito profundas e consequências com bastante mais extensão do que se possa perspectivar à primeira vista e deve por isso ser adereçado com bastante cautela. Senão vejamos:

O conflito já existe desde 1991 e porque os EUA se consideram o bastião da Democracia (e donos de todos os poços de petróleo) mas só porque há uma imagem de um miúdo gera-se esta onda de solidariedade

Mas em vez de salvarem os idosos, as crianças e as mulheres como em qualquer conflito, não. Salvam os homens jovens para nos virem islamizar.

Esta pode ser uma forma demasiado agressiva de pôr as coisas mas espero que ninguém me tente convencer que estes senhores têm boas intenções e que se querem integrar de forma pacifica nas sociedades ocidentais.

Eles são refugiados de vários países ou só da Síria?

São de toda aquela região mas maioritariamente nesta vaga vêm sírios. Se lá têm deixado o Saddam, o Bashar al-Assad e os outros que entretanto foram depostos na Primavera árabe, os territórios e as vagas de violência estavam controladas.

Porque é que a Síria é um País tão apetecível?

Porque na Síria há um problema grave que é a ligação ao mar que os russos querem e o facto de ser a maior faixa de terra que divide xiitas e sunitas mantendo assim a ordem naquela parte do Globo.

Mas como os americanos armaram o Estado Islâmico (EI), permitindo que ganhassem força e poder e agora só com Napalm é que os conseguimos travar. Este cenário também é cruel mas este monstro de vários tentáculos chamado Jihad não vai lá com poemas.

Mas os americanos ficam numa posição ingrata porque por um lado tinham que apoiar Bashar para derrubar o EI e por outro, armaram o EI para derrubar Bashar. A Rússia fica a vê-los matarem-se para ir buscar o espólio e a UE com a mania que é a Salvadora da Pátria e o bastião da moral vai acolhe-los e

Convém que saibamos que a Alemanha tem um déficit populacional superior a um milhão de habitantes, tem falta de mão-de-obra, uma população envelhecida e baixa taxa de natalidade e assim resolvia o seu problema no imediato e no futuro a médio prazo.

Esta situação em termos de política, diplomacia e economia internacional é tudo menos simples e por isso não pode ser tratada de forma leviana. Todos os países do eixo árabe têm assento nas organizações internacionais e deveria ser aí que estas situações deveriam ser tratadas.

Então o pais que vai governar a Síria?

Depois a  Síria vai ter o mesmo problema do Iraque e que felizmente o Kuwait não teve que é ficar com todas as estruturas sociais e políticas destruídas e com supervisão internacional até conseguirem restaurar a Ordem nos territórios.

A questão aqui é que o problema em si não reside só no governo sírio, porque o Bashar ainda não cedeu nem cede mas na força que o EI está a acumular em armas, dinheiro e guerrilheiros.

Os EUA é que têm que parar com a ingerência em territórios independentes e perceber que nem todos podem viver em Democracia. Há países no Mundo que têm que ser controlados e estes: Síria, Sudão, Egipto e todos esses,  só podem conviver connosco se assim for.

E a Rússia que está longe que tem a ver com isso?

Tem influência política e económica na maioria desses países.

E não só nas ex-republicas?

A dita Primavera começa há dois anos no Egipto com a queda do ditador e vai por ali fora mas quem vence não é a Democracia, é o Islão É destruído património de valor histórico incalculável, aumenta a violência e ninguém faz nada. Na Suécia, a taxa de violações aumentou exponencialmente e a  maioria dos violadores é árabe segundo dados oficiais.

Só que como são territórios muito ricos os EUA achavam que iam ganhar novos mercados e a Rússia mais influência mas nada disso aconteceu, foi precisamente o contrário.

A situação do nosso país não se vai complicar porque eles são espertos, isto é só uma forma de eles entrarem na Europa.Eles querem os países ricos e vêm poucos, cerca de 5 mil e nós temos tanta gente fora que eles cabem cá, o problema é o pressuposto que os trouxe para cá, isso é que é preocupante, os interesses económicos da Alemanha e a moral das instituições europeias. Bem faz a Hungria, tem todo o meu apoio na forma como tem gerido esta situação.

Se viessem mulheres e crianças como em qualquer vaga de refugiados, eu se calhar tinha outra postura só que esta é uma vaga de emigrantes com Estatuto de refugiados que é bem diferente na maioria vêm homens com filhos, poucas são as mulheres e as meninas. O problema maior é que se eles não trazem as mulheres, vão começar a fazer filhos cá que depois passam a ser europeus com os mesmos direitos que nós o que não seria preocupante se eles não fossem ensinados na Doutrina da anexação de territórios e isso está-lhes no sangue e nas tradições familiares.

Havendo este acréscimo populacional de árabes no território europeu e por consequência a propagação da religião islâmica, podemos estar perante o verdadeiro perigo porque nós temos poucas crianças e não se perspectiva que isso mude em breve e se eles forem a maioria é que a coisa pode complicar porque não somos suficientes para lhes fazer frente.

O que me preocupa para já é não haver um plano de identificação, controlo e acompanhamento e o facto de se estar a criar uma islamofobia que pode ser complicada de gerir.

E há uma pergunta que continua sem resposta: se eles são todos irmãos e se não há lá países sobrepopulados, porque é que os outros países árabes não os recebem?

Há naquela zona muitos territórios que não estão em guerra e que têm capacidade financeira para os acolher

O Estatuto de apoio aos refugiados obriga a que os recebamos e numa primeira fase acredito que sim, que venham mas não acredito que permaneçam em Portugal, pelo menos nos próximos anos, não terá problemas até porque vai receber um número bastante baixo de refugiados e vai receber bastante dinheiro para os acolher e para lhes criar condições para permanecer.

Por obediência ao Estatuto dos Refugiados, todos os países têm que os acolher mas deverão haver alguns como o Reino Unido que tentarão impedi-los de entrar no território até porque já lá têm uma comunidade muçulmana bastante numerosa.

Os EUA também os vão receber. Quem está a por mais entraves tenho ideia que é o Canadá que fala pouco mas quando fala faz-se ouvir e portanto tendo todos estes vectores em consideração, eu sou contra esta vaga de Refugiados porque em primeiro lugar o problema diplomático deveria ter sido resolvido em sede própria e em segundo porque a Economia europeia ainda está bastante frágil para lidar com esta situação e com as suas consequências imediatas como sejam a Saúde e o Desemprego/ Inserção dos Refugiados mas veremos no que isto dá.

A minha convicção diz-me que quanto mais sólidos forem os nossos valores cristãos e morais, mais armas temos para combater uma provável islamização.

Este post não é suportado por artigos como vem sendo normal, tem por base somente a minha análise e a minha opinião sobre os factos.

Luisa Vaz

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